quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

pronto, paguei a minha pena, carreguei minha cruz, paguei meus pecados, senti o gosto da amargura que foi machucar voce. Te escrevi milhões de texto e não tive a resposta de sequer um deles. Não estou chorando, não estou triste, não estou lamentando... estou dizendo que estamos bem pela primeira vez desde que nos separamos, estamos quites. Senti o gosto da solidão, o gosto de ainda gostar ''secretamente'', o gosto de não ser correspondida, agora, meu colecionador, estamos quites. Não é um adeus, não confunda esse texto com mais um adeus. Isto é mais uma carta de alforria dos meus sentimentos que a muito tempo estavam condenados pela culpa da dor que te provoquei. Não é um adeus ao amor doente, é uma liberdade dele ir e vim, é a liberdade minha de não doer mais por ele nao poder ficar. Estás livre amargura, podes ir, podes voltar... mas jamais permanecer!
De Casulo de Borboleta. 

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